sábado, 21 de abril de 2018

O Projeto Renascer na Escola Cristina Torres


Numa antecipação do Dia da Terra (22 de abril), a 20 de abril chegou às escolas do AEFN o Projeto Renascer. 
Resultado de uma parceria da Câmara Municipal com o Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro e a Associação Bioliving e ainda com a colaboração da empresa Melo & Cancela, este Projeto visa sensibilizar e alertar os jovens estudantes para a conservação de uma floresta ordenada, onde não faltem as espécies autóctones. Todas as escolas do concelho estão envolvidas nesta grande iniciativa, que, depois do flagelo dos incêndios, simboliza a (re)construção da floresta portuguesa.
Os vereadores Mafalda Azenha e Miguel Pereira, na presença do Diretor do AEFN, Maomede Cabrá, acompanharam a entrega das árvores envasadas e das bolotas feita pela Drª Glória Pinto (UA) e Diego Alves (representante da Bioliving), dois ex-alunos da Cristina Torres que, com grande alegria reviram a professora Delegada de Biologia, Inês Mendes, responsável pelo projeto no Agrupamento. Foi também entregue aos alunos um manual de boas práticas, para que cuidem corretamente das plantas de que ficam responsáveis: carvalhos-alvarinhos, nogueiras, freixos, pinheiros mansos, loureiros, cerejeiras, castanheiros e azevinhos. Algumas destas árvores destinam-se à arborização da escola, outras serão plantadas em espaços públicos.

Visita de Estudo do 11ºano: a água no nosso quotidiano


As turmas A, B e C do 11.º ano da ES Cristina Torres tiveram mais um dia diferente! No passado dia 20 de abril visitaram a Barragem de Castelo do Bode e o Oceanário de Lisboa, acompanhados pelos professores Sandra Neves, António Carqueijeiro e Rosário Madalena. A visita esteve integrada no Projeto Eco-Escolas e foi dinamizada no âmbito das disciplinas de Física e Química A e de Biologia e Geologia.
Rondavam as 7h30min quando saímos do portão da escola, rumo a sul, ao desconhecido, movidos pelo espírito de curiosidade e de aventura. Chegámos ainda cedo à Barragem de Castelo do Bode. Os alunos foram divididos em dois grupos, ambos guiados por trabalhadores da central, que lamentam o efeito da era tecnológica na diminuição do pessoal que trabalha nesta central hidroelétrica. Um deles, o Sr. Vítor Rendeiro, trabalha lá desde os 14 anos e conhece a barragem «de olhos fechados». A visita às instalações permitiu que os alunos observassem, “ao vivo e a cores”, aquilo que já conheciam dos esboços nos exercícios e nos manuais de Física – as turbinas movidas à força da água e o modo como geram energia elétrica. Esta visita permitiu uma viagem pela história da barragem, inaugurada em janeiro de 1951, pelo então Presidente da República, Marechal Óscar Carmona. Em alguns números, que pecam por serem redondos, podemos falar numa capacidade útil de 1 095 biliões de litros de água na albufeira, sustentada por um muro de barragem com 115 metros. A central hidroelétrica produz algo como 1 427 400 000 000 000 joules de energia por ano.
Seguimos rumo ao Parque das Nações, onde almoçámos. Pouco faltava para as 3h quando entrámos no Oceanário de Lisboa. Surgiu no âmbito da Expo’98, tem desenvolvido a sua atividade de divulgação dos oceanos e dos seus habitantes, bem como a de promoção da preservação dos ecossistemas marinhos. Começámos a visita pela Exposição Temporária «Florestas Submersas by Takashi Amano», um espaço que se apresenta como propício à reflexão sobre a beleza destas «florestas submersas» e sobre a ação do homem contra elas, apresentando as florestas tropicais como um dos habitats mais ricos e diversos da Terra (pois integram cerca de 50% da biodiversidade do nosso planeta, apesar de apenas ocuparem 6% da superfície terrestre). A exposição permanente do Oceanário de Lisboa leva-nos a conhecer de perto os mais variados «habitantes do oceano» - lontras, tubarões, anémonas, raias, peixes-palhaço, cirurgiões-patela e muitas outras espécies que pareciam, pontualmente, remeter para o filme «À procura de Nemo» (Disney Pixar) que marcou a infância dos alunos visitantes. Grande parte das atenções virou-se para o aquário central com 5 000 000 de litros e para as mais de 40 espécies que por lá vagueiam.
Em suma, foi um dia dedicado à importância que a água tem no nosso planeta: como fonte de energia utilizada para a produção de eletricidade e como habitat para milhares de espécies que necessita de ser preservado. Docentes e alunos mostraram-se satisfeitos com esta visita. 

Gonçalo Margato (Clube de Jornalismo) 

ALUNOS DO AEFN VISITAM NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO SAL



Alunos do 2º, do 3º ciclo e do Ensino Secundário, do Agrupamento de Escolas Figueira Norte, realizaram uma Visita de Estudo ao Núcleo Museológico do Sal, no dia 19 de abril, acompanhados por professores de Educação Especial e por uma assistente operacional. 
Esta atividade, realizada no âmbito do Projeto da Educação Especial, “Pontes para a Inclusão”, teve como principais objetivos, incentivar a interação entre alunos da Escola Cristina Torres e da Escola Pintor Mário Augusto, proporcionar momentos de aprendizagem sobre a salinicultura e sua evolução, facilitar uma atmosfera que encoraje os alunos a explorar o meio ambiente, conhecer profissões relacionadas com a atividade em questão, sensibilizar para a valorização do património, ensinar a utilizar o sal na alimentação de forma saudável e dar a conhecer, ou relembrar aos alunos, o meio em que se desenvolve naturalmente a salicórnia, planta que substitui o sal na confeção de refeições. 
Os alunos participaram de forma entusiástica, tendo interagido muito bem com a técnica do Núcleo, que fez uma brilhante apresentação da exploração do sal, bem como dos locais onde este se produz. Ainda fomos presenteados com um saquinho de sal. 
De seguida, visitámos o armazém das salinas, local onde os salinicultores armazenam o “ouro branco”, para ser comercializado posteriormente. 
Antes de regressarmos à escola, fomos ao pescódromo de Lavos e ficámos a perceber a sua orgânica e modo de funcionamento. 
O transporte foi assegurado pela Câmara Municipal da Figueira da Foz.

4º TORNEIO DE TÉNIS: 4 ALUNOS DA PINTOR MÁRIO AUGUSTO APURADOS PARA OS REGIONAIS

No passado dia 21 de abril, os alunos do grupo equipa de ténis do Agrupamento de Escolas Figueira Norte participaram no 4º torneio de ténis da fase distrital, que decorreu no complexo desportivo de ténis da cidade de Cantanhede. Foi o último torneio da fase distrital, em que ficaram decididos os apurados para a fase regional, que vai decorrer nos dias 1 e 2 de junho em Castelo Branco. 
A nossa equipa teve uma prestação excelente, contando com quatro alunos apurados para os regionais, nos escalões de INICICIADOS FEMININOS E MASCULINOS: Joana Matias, do 9ºE, e Pedro Jesus, Fábio Silva, Edgar Rocha, do 7ºD, da Escola Pintor Mário Augusto de Alhadas. Os três alunos masculinos ainda são do escalão de Infantis B, mas pela sua boa prestação que resultou em excelentes resultados subiram ao escalão de iniciados, conquistando um objetivo que poderia ser alcançado só no próximo ano. 
Todos os alunos estão de parabéns pelo seu empenho e boa atitude desportiva.

A “Hora do Conto” continua nas EB1 do AEFN

 Neste 3º Período, a atividade “Hora do Conto” da Biblioteca escolar continua a realizar-se com a regularidade prevista. Quinzenalmente cada escola é visitada pela professora bibliotecária da Escola Pintor Mário Augusto, que leva uma “mão cheia” de livros e de leituras. Os livros são escolhidos tendo em conta o tema do mês que se pretende salientar.
Assim, após a Páscoa, falar de ovos, ainda continua a fazer sentido. Por isso a professora bibliotecária levou “O ovo e a galinha”. Trata-se de um livro que, à exceção do título, não tem palavras e a história é construída com base nas imagens. A coleção denomina-se “Ver e ler”. Os alunos escolheram os nomes das personagens e compreenderam o processo desde o surgimento do ovo, até ao nascimento do pinto. De seguida, e ainda falando de crias, foi lida a história “Nasceram os gémeos”. A problemática do nascimento dos irmãos, da felicidade que isso causa e dos normais ciúmes está bem presente neste livro. No fim, os alunos escolheram uma profissão, para que a PB lesse um poema sobre as profissões constante no livro de José Jorge Letria, “O que eu quero ser”. A maioria escolheu a profissão de polícia, de médico e de futebolista.

O ataque à Síria e a leitura do livro “Que luz estarias a ler”

O ataque à Síria no sábado de 14 de abril foi causador de maior destruição e mortes entre as principais vítimas da guerra: as crianças. Com este mote, e na proximidade da visita à nossa escola do escritor João Pedro Mésseder, foi lida na Escola Pintor Mário Augusto, nas turmas do 5º e 6º ano e na EB1 do Castanheiro, o livro “Que luz estarias a ler”, cujo texto é de Mésseder e as ilustrações de uma jovem figueirense, Ana Biscaia.
Assim, partindo do tema do livro, os bombardeamentos em Gaza em julho e agosto de 2014, retratou-se a situação atual que se vive na Síria.
A história fala de uma menina e de um menino que viviam em Gaza e que sofrem os bombardeamentos. Tudo fica destruído e coberto de pó, mas sob os escombros uma menina recolhe os livros que se encontram perdidos. Ela questiona-se que livro o seu amigo, Kalil, estaria a ler quando morreu. Na verdade, Kalil dizia que lia, durante a guerra, porque os livros lhe traziam luz. Daí o título do livro.
Este é um livro que deve ser lido por todas as crianças, para que desde cedo se envolvam em ações de paz, contrariando a força destruidora da guerra.

Centenário da Batalha de La Lys na Escola Pintor Mário Augusto

Por ocasião do Centenário da Batalha de La Lys, no dia 9 de abril, a Biblioteca Escolar da PMA realizou uma exposição documental sobre este acontecimento histórico do séc. XX.
Nas imagens expostas ficou demonstrada a violência da batalha e como os Portugueses, embora com poucos meios, se bateram até à morte pelos Aliados, contra os Nazis.
Também foram expostos livros sobre a presença portuguesa na Flandres, durante este conflito, e sobre como ainda hoje repousam num cemitério local os restos mortais dos soldados portugueses.
A valentia dos soldados portugueses na I Guerra ficou igualmente provada no livro de Francisco Galope, O Herói Português da I Guerra, de  que a biblioteca escolar possui um exemplar e que convida à sua leitura.


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