sexta-feira, 24 de março de 2017

Aplauso

Pedro Vicente, Diogo Aranha, Gabriel Cação, orientados pela professora Ana Luísa Ferreira, apresentaram-se no Concurso Municipal de Ideias do projeto Empreendorismo nas Escolas com um adaptador de lentes graduadas para instalar em capacete. A ideia é tão boa que o projeto foi selecionado. Parabéns à equipa e felicidades para a fase distrital! Aqui fica o aplauso dos professores.


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quinta-feira, 23 de março de 2017

Visita de estudo aos Açores

Realizou-se, na interrupção do Carnaval, entre os dias 24 de fevereiro e 1 de março, uma visita de estudo à Ilha das Flores nos Açores. Organizada pelos professores de Biologia e Geologia destinou-se a alunos do 11º ano, das turmas A, B e C.

Tratando-se de um território de enorme interesse geológico, os alunos puderam observar e estudar in loco assuntos que são abordados nas aulas teóricas, como, por exemplo, a formação de caldeiras e de disjunções prismáticas, entre outros. 

Para além do batismo de voo de alguns dos alunos participantes, esta viagem permitiu magníficas aulas ao vivo, trilhos na Natureza e observação da enorme beleza da ilha num clima de convívio muito saudável. 

A organização desta atividade contou com a simpática colaboração da Câmara Municipal de Sta Cruz das Flores e da Escola Básica e Secundária de Sta Cruz das Flores, onde alunos e professores ficaram alojados.
Inês Mendes


quarta-feira, 22 de março de 2017

Carlos Duarte

Clube de Jornalismo (CJ): Gostaríamos que se apresentasse. 

Carlos Duarte (CD): O meu nome é Carlos Manuel Ramos Duarte, sou professor de História nesta escola desde 1992/93. Tenho 54 anos.



CJ: Como explica o afeto que os alunos têm por si?

CD: Essa história dos afetos nunca foi um assunto a que eu desse grande importância. Claro que gosto que gostem de mim, mas quem não gosta, paciência. Os que gostam devem achar que eu faço bem o meu trabalho e apreciam isso. Não estamos cá só para os afetos, estamos cá sobretudo para aprender. 

CJ: Os alunos hoje em dia são piores ou melhores do que os de antigamente?

CD: São cada vez melhores! Recuso essa tendência de se pensar que no passado é que era bom. Os alunos são cada vez mais capazes de aprender.

CJ: Considerando um estudo feito com professores portugueses desmotivados com a profissão, também se sente assim?

CD: Essa é uma pergunta difícil de responder! Às vezes sinto-me cansado de ver que há tantas coisas a perturbar o nosso trabalho, como o excesso de burocracia, as inconveniências administrativas, parecendo que as aulas não são o mais importante; também me desagrada a ideia geral de que se as coisas correm bem é porque os alunos se esforçam e nunca por mérito dos professores. Apesar de tudo isso, não me sinto desmotivado. Sinto-me é cansado de tanta coisa a atrapalhar, pois tenho a plena consciência de que esta escola atual não é uma escola que esteja no seu tempo, é preciso acompanhar e reagir imediatamente às pequenas mudanças para não ficar demasiado distante da realidade social, política e económica. Esta já não é uma escola que faça sentido para a sociedade portuguesa nem para os jovens. Começa a ser demasiado passadista!

CJ: E o que aconselhava aos seus colegas que não se sentem felizes na sua profissão?

CD: (Suspiro) Eu não dou conselhos absolutamente nenhuns. Só posso dizer que temos de continuar a resistir. Vamos continuar a trabalhar, a mostrar aos nossos alunos que gostamos de fazer isto e que queremos isto, embora às vezes seja difícil, às vezes o cansaço é tão grande que algumas pessoas já não querem ser professores.

CJ: O que sugere para que a educação mude e para poder ser mais autónomo nas suas aulas?

CD: A duração das aulas. A duração das aulas não devia ser em função dos horários impostos, devia ter a ver com o tipo de trabalho que se está a fazer, por vezes é necessário estar 90 minutos, outras vezes só é preciso 15 minutos e depois podemos ir embora, fazer outras coisas. Ou seja, deveria haver flexibilidade de horários em função dos assuntos que se estão a tratar. Outra ideia seria uma sala de aula aonde as pessoas iam quando achassem que tinham assuntos para esclarecer. Desenvolvia-se uma atividade que não fosse uma aula covencional e isso poderia ser incluído no horário de uma forma flexível. Depois há a questão da organização das salas de aula. Estas salas com cadeiras onde as pessoas têm de estar sentadas durante 90 minutos a olhar para a frente não faz qualquer sentido. Devia haver mesas de trabalho, zonas onde os alunos pudessem sentar-se com o seu tablet ou telemóvel a fazer pesquisas.

CJ: Pode sugerir algum livro ou um filme de que goste?

CD: Não. Não, porque são os meus gostos pessoais. Eu não gosto muito de partilhar essas coisas. Aliás, não gosto dessa ideia da partilha contínua. Nas aulas faço, com os meus alunos, a partilha daquilo que eu sei da maneira como eu olho para a minha disciplina, mas eles não querem partilhar  comigo (risos). Deve ser por gostarem tanto de mim. Eu prefiro dizer: leiam livros, vejam filmes, façam pesquisas na net, tentem informar-se mais. Ouçam música também, sem ser nas aulas de preferência.

CJ: O que gosta de fazer aos domingos?

CD: Gosto de praticar desporto, de dar grandes passeios de caiaque ou de bicicleta, estar com os meus filhos e fazer esses passeios com eles, ou simplesmente não fazer nada. Não gosto de ver testes ao domingo, mas às vezes tem de ser, porque eu não me consigo organizar durante a semana. É demasiado trabalho.

CJ: Defina um mau fim de semana.

CD: Um fim de semana todo metido em casa a ver testes. Isso é um mau fim de semana, porque significa que o meu tempo de lazer e descanso está a ser posto em causa. Já não me sinto com forças para trabalhar até “às tantas” nos dias da semana e depois estrago os meus fins de semana.

CJ: Para terminar, pode-nos contar uma anedota?

CD: Anedotas? Eu? Não! (risos) Não gosto disso. Mas gosto de uma boa piada e, às vezes, quando os alunos se riem, até penso que consigo dizer algumas coisas engraçadas, mas nunca fui pessoa de contar anedotas. Eu acho que estrago as anedotas. Às vezes eu digo uma anedota e as pessoas perguntam: “Isso era para ter piada, é que se fosse outra pessoa a contar teria piada”.

Rui Guapo e Ana Rita Silva 


A música preferida de...

Lara Nascimento gosta de... Ed Sheeran - Barcelona


Disponível em: http://bit.ly/2mlqb7w

sábado, 18 de março de 2017

D. Susana

O Clube de Jornalismo foi entrevistar a D. Susana, funcionária da reprografia da Escola Secundária Cristina Torres.



Em conversa, afirma que o seu trabalho é essencial à comunidade escolar uma vez que passam por si necessidades básicas para o funcionamento das aulas, como a impressão de testes de avaliação, fichas, trabalhos dos alunos, encadernações e ainda venda de folhas de teste.

Todas as manhãs começa a sua rotina alegremente, porque gosta muito da sua função, a qual já pratica há 11 anos dos 16 a servir a comunidade educativa, no entanto, quando necessário, também desempenha outras funções.

Em nome de todos nós, muito obrigada pelo seu trabalho precioso e pela sua disponibilidade!

Maria Fernandes

quinta-feira, 16 de março de 2017

DIREITOS DOS ANIMAIS

Todos os animais têm direitos, mas muitos são vítimas de violação desses direitos.

Todos os animais têm direito a carinho, amor, comida, liberdade de viver no seu habitat natural com a sua família. 
Mas muitos animais, infelizmente, são tratados como se esses direitos não existissem. Algumas espécies são arrasadas pelos seres humanos: criadas em grande escala para alimentação, mortas para fazerem casacos de peles ou carteiras, ou ainda para lhes tirarem partes do corpo consideradas valiosas, usadas para nosso divertimento ou como força de trabalho.
O livro História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, escrito por Luis Sepúlveda, mostra-nos isto tudo que aqui referi, mostra-nos que o nosso mundo é cruel e frio e que devíamos abrir os olhos para o mudar, valorizando instituições como o Greenpeace. Enquanto li este livro, fui percebendo que os animais são vítimas de grande injustiça e que devemos todos fazer do mundo um lugar melhor.

José Oliveira, 7ºB


quarta-feira, 15 de março de 2017

Clube de Teatro

Neste mês de março, mês em que se celebra o Dia Mundial do Teatro (27), fomos saber mais sobre o Clube de Teatro da escola Cristina Torres, dirigido pelo professor Vitor Marques.
Trata-se do clube mais antigo da escola, fundado no ano letivo 1991/1992, com o nome ''Natural Invenção'', e celebra este ano 25 anos! Nasceu com os objetivos de promover o contacto com bons textos de teatro, desenvolver as competências orais e as vocações dos alunos e representar a escola com dignidade.
É um clube constituído por alunos e professores que funciona todas as quartas à tarde, no palco do polivalente.

25 ANOS! 

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Ao longo destes 25 anos o clube realizou mais de 25 produções, participou em 25 jornadas do "Lions Club" apresentando sempre repertórios variados (tragédia, drama, comédia...). E sempre com a casa cheia!
Para celebrar as bodas de prata, o Clube de Teatro irá realizar uma exposição evocatica do trabalho desenvolvido, representará a peça ''As histórias de Akim'', com que se iniciou, e por fim haverá um jantar convívio com todos os membros que passaram pelo Clube. 

O professor



O professor Vítor Marques dirige o Clube de Teatro há 25 anos, ''A minha vida e o teatro são indissociáveis, eu escolhi fundar o Clube de Teatro e ser encenador". Pelo caminho, alguns alunos seguiram a profissão de actor. 
Damos os parabéns ao Clube e agradecemos o trabalho realizado.

Ana Paula Alves